quinta-feira, 10 de julho de 2014

Escolas públicas de Montadas e Areial vão participar da 2a etapa do projeto “Menina Abusada”



A segunda etapa do projeto “Menina Abusada” vai ser iniciada no próximo dia 3 de julho, na escola municipal Erasmo de Araújo Souza, em Montadas e, no dia 10 de julho, na escola municipal Geraldo Luiz de Araújo, em Areial.

A medida foi decidida na audiência promovida nesta quarta-feira (22) pelo Centro de Apoio às Promotorias de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente do Ministério Público da Paraíba com as secretárias de Educação dos dois municípios, Maria do Socorro Santos e Geridalva Brazílio, respectivamente.

O projeto “Menina Abusada” está previsto no planejamento estratégico do Ministério Público paraibano na área da infância e juventude e tem como objetivo combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes nos municípios paraibanos.

De acordo com a promotora de Justiça Soraya Escorel, que coordena o Centro de Apoio e que é gestora do projeto “Menina Abusada”, os municípios de Areial e Montadas já realizaram a primeira etapa do projeto que foi a mobilização social com o teatro de rua homônimo e com a capacitação de profissionais da educação, saúde e assistência social sobre o assunto.

As duas secretárias municipais de educação já indicaram as escolas onde será implantado o projeto-piloto da segunda etapa do “Menina Abusada” e se comprometeram a apoiar a iniciativa do Ministério Público e a disseminar a experiência em todas as escolas da rede pública municipal.
    
O projeto

O projeto “Menina Abusada” é uma parceria entre o Ministério Público do Estado da Paraíba e a Associação Missão Restaurando Vidas e tem o apoio da Fundação Luterana de Diaconia.
Ele vem sendo executado através de atividades de mobilização da comunidade escolar sobre a violência e o abuso sexual praticados contra crianças e adolescentes e da sistematização de métodos de conhecimento sobre o assunto em escolas de educação infantil e ensino fundamental, que ocorre através de oficinas de orientação sexual e sobre formas de violência sexual e prevenção. “O mas importante é a participação não somente dos estudantes, como também dos pais e da família como um todo”, destacou a promotora de Justiça Soraya Escorel.

Fonte: Ministério Público da Paraíba
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