segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Entrevista Exclusiva com a Banda The Kira Justice


1 - Primeiramente nos apresentem cada membro da banda, e qual função cada um exerce nela! A banda é originalmente de qual cidade/estado?

The Kira Justice é:
Matheus Lynar – Guitarra/voz
Sarisa Lynar – Voz
Alice Salin – Baixo
Rafa Ballester - Bateria

Nascemos e moramos todos em Porto Alegre/RS.


2 - Qual o principal objetivo da banda?
Matheus: Temos muitos sonhos, muitas ideias no momento. Queremos ver a banda crescer, queremos poder nos dedicar somente a isso. Mas claro, todos temos algumas vontades individuais. Eu gostaria fazer alguma turnê fora do país. Seria incrível!

Alice: Eu gostaria de ter a banda como minha única profissão, aparecer em grandes mídias e também fazer turnê internacional.

Sarisa: Acredito que ser reconhecida internacionalmente e conquistar fãs pelo mundo todo.

Rafa: Acho que todos nós temos, em comum, um objetivo: ver a Kira crescer cada vez mais.

3 - Por que do nome da banda?

Matheus: Na época, eu trouxe algumas sugestões de nomes pra banda. Ia ser inspirada no anime Death Note porque combinava com o fato de que tocaríamos músicas de anime e soava mais "sério". Entre algumas opções, “The Kira Justice” foi a que o pessoal gostou mais. Admito que não era a minha opção favorita - por mim, a banda teria se chamado "I am Justice"! Hoje, parece estranho só de imaginar.

Alice: O Matheus apresentou vários nomes inspirados em Death Note. The Kira Justice foi o escolhido e, na minha opinião, era o nome mais legal e mais forte.


4 - Como surgiu a banda?

Alice: A banda surgiu quando eu e o Matheus nos conhecemos no cursinho pré-vestibular lá em Porto Alegre. A gente já tocava junto sem compromisso, começamos a ir a eventos de anime e sentimos falta de uma banda do estilo que a gente gostasse, que tocasse as músicas que curtíamos na infância, como Cavaleiros, Dragon Ball, Pokémon, então resolvemos montar uma banda que tocasse essas músicas. Os primeiros shows foram sem pretensão, mas depois vimos que o pessoal gostou e percebemos que era isso que queríamos fazer.

5- O que a diferencia das outras?

Matheus: Olha, ao longo desses 3 anos de banda, já vi muita gente tentando atribuir uma ou outra razão em particular para o reconhecimento da banda. Não existe isso. Não existe uma “fórmula”. Mas dedicação/empenho ajudam, principalmente nas horas difíceis. Também acho indispensável gostar do público pra quem vai tocar (não é a mesma coisa que gostar das músicas, ou de ir a eventos), e saber ouvi-lo. Nós nos sentimos muito a vontade nos eventos.

Alice: Acho que gostar do que faz e transmitir isso nos shows, conhecer e interagir com o público e sempre tentar fazer algo diferente são coisas que o pessoal valoriza. Mas creio que não há uma explicação, nem uma fórmula.

Sarisa: Acredito que todos nós temos uma grande estima pelo nosso trabalho, então isso se reflete tanto nas músicas quanto com o carisma que temos pelo público.

Rafa: Vejo como um dos diferenciais o fato de nós, da Kira, termos muita ligação com toda a cultura, que faz parte do nosso meio.

6 - O que vocês acham do cenário musical atualmente?

Matheus: Esse cenário ainda é um cenário em expansão... É difícil prever. A The Kira Justice tem essa ideia louca de conquistar o mundo, sabe? Tocar nas rádios, ser trending topics no twitter (o que já conseguimos!), etc., enfim, nosso trabalho é focado no público e nos fãs. Tem banda que sonha em ir tocar no Japão. Tem banda, inclusive, que acha que o negócio é só tocar nos eventos e tirar uma grana “fácil” (e que espero que o público note a diferença). Talvez alguma dessas coisas acabe prevalecendo, talvez todas... Acho que só o tempo vai dizer.

7 - Qual a importância da internet na carreira de vocês?

Matheus: A internet sempre foi o meio mais favorável de divulgação e o que a gente usa constantemente como canal de comunicação com o público e com os organizadores de eventos. Não consigo nem imaginar como seria a TKJ sem a internet.

Alice: Pra mim, a internet é uma grande aliada. É um meio de comunicação/divulgação muito eficiente pra qualquer coisa, pois as pessoas estão sempre conectadas e buscando conhecer novas coisas através dela. Se a The Kira Justice tá aonde tá, é porque a gente usou a internet. Ela está matando a indústria de quem não sabe tirar proveito disso. Se um artista não tá mais ganhando tanto dinheiro com venda de CDs, vai ganhar com shows ou produtos licenciados, por exemplo.

Sarisa: Concordo plenamente com a Alice! A internet é eficaz para uma infinidade de atividades e só tende a trazer benefícios se bem utilizada.

Rafa: A internet é uma realidade e nós, da The Kira Justice, já nascemos nela.


8 - Quais são as principais atividades da banda no momento?

Matheus: Gravação de músicas (inclusive adaptações) novas em diversas línguas, shows, e algumas ideias que estão quase saindo do forno. Aguardem!

9 - Como vocês definiriam o som/estilo da banda?
Alice: Rock!

Matheus: Rock voltado a eventos de anime, mas não queremos nos limitar.

Alice: Uma banda de rock que toca músicas de animes, games e filmes da cultura pop. Não nos prendemos ao rótulo de j-rock, pois não tocamos músicas em japonês, com exceção das duas de Death Note. Misturamos animes que gostamos com o estilo que nos atrai, o rock. Nossas músicas não são iguais às originais, mudamos os arranjos e deixamos do jeito que gostamos de ouvir.


10 - Em relação as músicas, são vocês mesmo que compõem?
Matheus: Nos casos das adaptações, eu tenho a música original, então crio uma linha de bateria com um ritmo mais rock, sobre ela gravo as guitarras, depois a Alice cria e grava as linhas de baixo, e por último são os vocais, que também tentamos dar uma enriquecida, sem descaracterizar. Buscamos criar algo diferente, mas que permita ao público se divertir com aquilo que ele já conhece. Para as próprias, como compositor da banda, crio ritmo e idéias e conforme vejo que os dois estão interessantes, eu penso se isso tem haver com o nosso estilo. Embora a gente tenha uma amplitude bacana, tocando desde balada a música pesada, às vezes você olha e diz “Isso não vai ficar legal num show”. Tentamos focar no público, nos imaginamos no palco tocando aquela música e vendo qual será a reação do publico. O resto é aquele processo de criação dito anteriormente.


11 - Como é manter uma banda hoje em dia?

Matheus: Não é tão simples... Você tem toda uma vida para conciliar com os afazeres da banda, e muita coisa além de só gravar e fazer shows pra fazer. Não é lá um caminho de enriquecimento fácil também, então... é pra quem gosta MESMO.

Alice: Não é fácil, mas é divertido. A gente trabalha muito em gravações, divulgação, botando idéias em prática etc. Muitas vezes ficamos até tarde acordados fazendo coisas relacionadas à banda. Junto com tudo isso, temos outros compromissos, como estudos e trabalho, e temos que dar um jeito de conciliar tudo, mas no final é muito gratificante.

Sarisa: Quando se está entre amigos se torna mais fácil, pois é primordial paciência e comprometimento no trabalho para dar certo.

Rafa: A vezes tu perde o sono pensando em coo fazer uma música ou como fica melhor o release... Mas quando tu chega e toca num show tudo se renova,energia, vontade, amor... É inexplicável.

12 - O que acha que os fãs podem esperar de vocês?

Matheus: Novas gravações. Estamos sempre procurando músicas legais pra regravar para o público poder curtir! Além disso, shows cada vez mais fodas, porque estamos constantemente investindo em novidades boas e inovações para o shows! Quem já viu mais de um show nosso sabe o quanto buscamos o aprimoramento!

Rafa: O fã pode esperar ser cada vez mais representado por uma banda que leva ele a sério e que encara com profissionalismo todo o meio em que nós atuamos. Podem esperar, a Kira vai crescer muito ainda dentro e fora de vocês.

13 - Existe alguma banda nacional/internacional que vocês curtem ou influenciaram vocês, e que vocês gostariam de cantarem juntos?
Matheus: Gostamos muito do Maximum The Hormone, na área do J-music. Acho que seria muito legal tocar com eles. Do meu lado pessoal, gostaria de dividir palco com My Chemical Romance algum dia, acho o conjunto do trabalho deles, com músicas bem rock e usando muito também o universo de fantasia (vampiros, mortos-vivos, futuros pós-apocalipticos, etc) muito foda.

Alice: Gostaria de dividir o palco com qualquer banda grande que tenha o mesmo tipo de público da The Kira Justice e consiga trazer mais de 50 mil pessoas para um show.

Sarisa: Alguma em especial não, mas certamente com muitas, pois a troca de experiência é maravilhosa.

Rafa: Ia ser muito legal tocar com o Maximum, mas gostaria muito mesmo de tocar com o Nobuo Yamada, com o Akira Kushida e com o Hironobu Kageyama. Do cenário nacional, acharia legal tocar mais uma vez com o Rodrigo Rossi, que é um grande amigo, e tocar alguma música com o Ricardo Cruz.


14 - A banda tem algum site(Blog, Myspace, Twitter...) ou e-mail para contatos?

Nossos links oficiais são:

Site oficial
Facebook
Twitter
Youtube
Orkut

E-mail para contato: thekirajustice@gmail.com

Está aí! Aguardamos contato do pessoal, especialmente no facebook e twitter!


15 - Para finalizar a entrevista, deixem um recado para os fãs da banda, e para novos que vocês irão conquistar após está entrevista!

Matheus: Aos nossos fãs, MUITO OBRIGADO. Sem vocês, o nosso trabalho não teria o mesmo sentido, nem os shows seriam motivo de tamanha diversão e prazer para nós. Esperamos poder contar com vocês por ainda muitos e muitos anos... e saibam que poderão contar conosco. Nos vemos em algum show quando passarmos pela sua cidade!

Ao blog, obrigado pela oportunidade da entrevista! Esperamos contar com mais parcerias no futuro!

Sarisa: Valeu galera por nos dar todo o apoio sempre e espero vê-los em breve! Obrigada ao blog pelo espaço!

Rafa: Valeu pelo post e pelo apoio! KIRA NELES!

Alice: Espero que tenham gostado da entrevista e, quem conheceu a banda através dela, espero que tenham gostado e quero ver vocês nos nossos shows! Obrigada ao blog por ceder espaço para a banda com a entrevista; e aos fãs, pois é por causa do apoio deles que estamos onde estamos. Vocês são fundamentais pra nós!


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